Bons dias! Quem tem insônia levanta a mão...
=
Minha sócia Anita Grey pediu para eu colocar uns funks cariocas aqui mais umas axézeiras, mas como eu amo de paixão emocore e a Olivia curte um pagodão... err okay, perdi a fome.
Vamos ao que interessa?
Título: Estrelinha contra a luz
Autor: Rogério Lima Corrêa
Eu a beijei três vezes
Nenhuma de verdade, confesso;
Esse papo de verdade é louco, disperso
Menti pelas bodas de todos os meses
Incendiei os véus à moda bruta
Enforquei um anjo e provoquei querubins
Rabisquei meu nome entre os serafins
Canetinha, perturbei os céus
Apolo, convidado para o Grande Baile;
Amigo executor, mestre de cerimônia
Cientistas da Bela Arte
E eu aqui, fazendo arte
Estrelinha
Contra a luz
Entrelinhas
Contradiz
Meça suas palavras
Revise seus versos
Esqueça a métrica
De que importa se sair o inverso?
=
Cá entre nós, não sei se já postei este poema em algum dos blogs, porém a vida é assim! Nóis é umano, tru.
Até mais e lembre-se: não ande em helicópteros da polícia militar. Faz dodói.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Vamos agitar um pouco
17 anos (2007) - Rogério Char produz sua obra prima. Sem gracejos ou aprimoramentos e após muito álcool. Na época ele namorava. Brigava muito também.
~Decair~
Poesia composta de Rogério Lima Corrêa
-A Queda-
Asas vermelhas em xeque; pingando
O suor do ego condenado
A lágrima do vazio estado
Vomitando sangue nosso; amor indeterminado
Gritos no escuro, no quarto;
Luz acesa, cama desarrumada
Vil estado da poesia despedaçada
Um quarto impuro para queda desalmada
Cai como cinzas ao vento
À melodia do sono perpétuo
Da discórdia ao lamento inócuo
À Morte o primeiro tento
-A Morte-
Na fala do fado ao esquecimento
Nenhum estalo de lábios será esquecido
E qualquer olhar pelo amor despido
Nada a nenhum, privação do sentimento
Sua imagem quando me prostro em choro
De guerreiro é palpitante miragem
Junto ao vinho coração coage
Reage em embriaguez à falta de coragem
Pétalas de gelo frente à porta de
Minh'alma que já não mais existe
A noite vem e não há nada que despiste
O frio da Morte que chora por mim. Inexiste
(c)2009 Rogério Lima Corrêa. Todos os direitos reservados
=
O blog estava precisando.
Beijos.
~Decair~
Poesia composta de Rogério Lima Corrêa
-A Queda-
Asas vermelhas em xeque; pingando
O suor do ego condenado
A lágrima do vazio estado
Vomitando sangue nosso; amor indeterminado
Gritos no escuro, no quarto;
Luz acesa, cama desarrumada
Vil estado da poesia despedaçada
Um quarto impuro para queda desalmada
Cai como cinzas ao vento
À melodia do sono perpétuo
Da discórdia ao lamento inócuo
À Morte o primeiro tento
-A Morte-
Na fala do fado ao esquecimento
Nenhum estalo de lábios será esquecido
E qualquer olhar pelo amor despido
Nada a nenhum, privação do sentimento
Sua imagem quando me prostro em choro
De guerreiro é palpitante miragem
Junto ao vinho coração coage
Reage em embriaguez à falta de coragem
Pétalas de gelo frente à porta de
Minh'alma que já não mais existe
A noite vem e não há nada que despiste
O frio da Morte que chora por mim. Inexiste
(c)2009 Rogério Lima Corrêa. Todos os direitos reservados
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O blog estava precisando.
Beijos.
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